Experiência na sintegração do dia 06/09

 A sintegração envolveu diversos temas relacionados a produção artística, de objetos e de espaços. Eram feitas salas e espaços de discussão sobre os diversos temas, que eram debatidos, criticados e observados. Posteriormente, era realizado o intercambio de salas e informações, que difundia os temas. 

Na primeira rodada participei como observadora da sala 4, que discutiu a relação das lógicas finalística, causalística e programática com as novas tecnologias e com as possibilidades de virtualização e potencialização. Lógicas como a obsolescência programada foram bastante discutidas e apontadas como causalísticas, visto que tem por finalidade impulsionar o consumo e compra frequente de novas tecnologias, que muitas vezes possuem poucas alterações em relação às anteriores. 

Na segunda rodada participei como Debatedora na sala 5, que abordava a possibilidade da magia pela experiência e não da magia pelo truque como processo para promover abertura ao outro. A ideia de interatividade foi bastante abordada, mostrando como a participação nos processos pode ser mais encantadora e mágica do que o resultado em si. Isso ocorre na participação efetiva da população e dos clientes em projetos de obras públicas e particulares, que se tornam mais efetivas quando se estabelece uma relação entre o arquiteto e as pessoas que irão usufruir da construção. 

Na terceira rodada participei da sala 11, que deveria problematizar a proposta de obstáculo no contexto de abertura de possibilidades. Entretanto, durante a discussão passei por problemas técnicos na internet e me desconectei da chamada, encerrando minha participação na sintegração antes mesmo dela se encerrar. Por isso, minha experiência não foi muito efetiva, o que poderia ser melhor aproveitado se a dinâmica fosse realizada presencialmente, evitando problemas técnicos. 

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